03 outubro, 2016

KM Graf Zeppelin, O único porta-aviões alemão

Graf Zeppelin - foi um porta-aviões alemão que operaria durante a Segunda Guerra Mundial. Foi o primeiro e não concluído sonho da Kriegsmarine de ter esse tipo de navio em combate. O navio recebeu esse nome em homenagem ao conde Ferdinand von Zeppelin, pai dos enormes dirigíveis alemães.

Em 1935, Hitler anunciou que a Alemanha iria construir porta-aviões para reforçar a Kriegsmarine. Essa decisão era para fazer frente a marinha britânica, que tinha vários porta-aviões em operação antes do início da guerra em setembro de 1939.

                                                            História

Ao contrário de outras marinhas do mundo, a Alemanha não possuía aviação naval própria. Todas as aeronaves em terra, e em navios estavam sob comando da Luftwaffe de Hermann Goering. Por isso a marinha e força aérea alemã, discordavam em vários assuntos ligados ao uso de aviões em combate na área naval. Sendo esse o principal motivo de nunca o porta-aviões Graf Zeppelin ter entrado em operação.

Ainda em 1935, uma missão naval alemã visitou o Japão, para obter informações técnicas sobre porta-aviões, acompanhando a reconstrução do porta-aviões Akagi. Em 1936, a construção de dois porta-aviões se deu início na Alemanha. O principal idealizador do projeto de integrar porta-aviões à marinha alemã era o Almirante Erich Raeder, empolgado, ele apresentou um ambicioso programa de construção naval, o chamado Plano Z, prevendo a construção de quatro Flugzeugträger (porta-aviões) até 1945, número reduzido em 1939 para dois.

No dia 8 de dezembro de 1938, o chamado simplesmente de "Flugzeugträger A", recebeu seu nome Graf Zeppelin, sendo batizado pela filha do conde Zeppelin, condessa Hella von Brandenstein-Zeppelin. O segundo porta-aviões, não concluído e desmantelado em 1940, ficou conhecido apenas como "Flugzeugträger B".

No início da guerra o Graf Zeppelin estava cerca de 85% completo, com a maior parte de suas máquinas instaladas. O ritmo de sua construção seguiria ao sabor das mudanças no pensamento naval alemão, temperado pela luta Raeder x Goering x Doenitz e pelos eventos da guerra. A escassez de materiais e mão-de-obra (somadas à "boa vontade" de Goering, senhor de boa parte da indústria alemã) levou à paralisação dos trabalhos no Graf em abril/maio de 1940. O esforço de construção naval se concentrou na frota de submarinos do Almirante Karl Doenitz e as armas do Graf Zeppelin, já instaladas foram removidas e colocadas na Noruega para defesa costeira. A ala submarinista da marinha alemã decretou que um único porta-aviões operando em águas hostis dentro do alcance da aviação inimiga baseada em terra seria impraticável.

Devido aos sucessos da marinha aliada, Raeder insistiu em que o porta-aviões era necessário para proteger os incursores alemães de superfície em seus ataques contra os comboios aliados. Entre maio e dezembro de 1942 os trabalhos no navio recomeçaram, mas por essa época se constatou que os Messerschmitts e Stukas designados para o navio já estavam completamente obsoletos.

Em 1943, Hitler estava desencantado com a Kriegsmarine. Raeder pediu e obteve seu afastamento definitivo e Doenitz, o submarinista, assumiu o comando da Marinha alemã. Era o fim do sonho do porta-aviões alemão.

Então, o Graf Zeppelin, foi rebocado para Stettin, onde ficou de 1943 até o fim da guerra, sem nunca ter entrado em operação.

Rebocado para Stettin em abril de 1943, onde permaneceu até o fim da guerra, o Graf Zeppelin foi afundado por sua própria tripulação em 25 de abril de 1945. Recuperado pelos soviéticos, foi rebocado para Swinemünde e renomeado PA.101 (Base flutuante 101) em 3 de fevereiro de 1947.

Havia um forte interesse então dos russos em desenvolverem uma aviação naval própria e o Graf Zeppelin foi muito estudado, havendo inclusive uma proposta de terminar sua construção.
Após sua captura

Mas decidiu-se usa-lo como alvo, tanto para cumprir os acordos com os Aliados (um navio alemão incompleto ou danificado deveria ser afundado em águas profundas de acordo com a Comissão Tripartite Aliada) como para demonstrar aos soviéticos a resistência desse tipo de navio.

Em 16 de agosto de 1947 o Graf Zeppelin enfrentou seu primeiro e último "combate". 24 bombas foram montadas a bordo, incluindo duas de 1000 kg, duas de 500 kg, três de 250 kg e cinco de 100 kg, além de quatro granadas de artilharia de 180mm. A explosão dessas cargas, com o intuito de simular danos de combate, destruiu o convés de vôo, hangares e a chaminé, deixando porém a ilha intacta: o navio ainda teria condições de operar. Mais seis bombas foram lançadas por bombardeiros de mergulho e dois torpedos de 533mm foram disparados pelo torpedeiro OE-503 e pelo destróier Slavniy. O último torpedo liquidou o navio: em 23 minutos após o impacto, o Graf Zeppelin afundava.


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02 outubro, 2016

A origem dos encouraçados

A origem dos encouraçados remete ao século XVIII, época em que existiam os clássicos navios de linha à vela, que foram utilizados até o século XIX. Os couraçados são considerados a evolução dos navios de linha pelas características de armamento e forte poder de fogo. A revolução deste tipo de embarcação ocorreu em 1906, quando surgiu o HMS Dreadnought, um encouraçado da Marinha Real Britânica. Após sua apresentação, todos os couraçados começaram a ser inspirados neste modelo, e começam a ser chamado de dreadnoughts.

Além de proteger os territórios e as fronteiras marítimas dos países, um couraçado era a representação do poder de uma nação. Foram utilizados durante muito tempo como uma ferramenta para cumprir estratégias diplomáticas e militares das potências que os tinham como arma de guerra. Atualmente, este poderio é demonstrado pela força nuclear, mas naquela época a corrida era para a construção de couraçados que superassem os dos países vizinhos.

Esta disputa bélica fica bem exemplificada na Batalha de Jutlândia, considerada uma das causas do início da Primeira Guerra Mundial. Tido como o maior combate naval de todos os tempos, envolveu as forças marinhas da Alemanha e da Inglaterra. Tamanho era o poder de destruição dos couraçados durante os anos de 1920 e 1930, que foram realizados tratados internacionais para limitação do armamento naval. Com isso, cada nação só poderia ter couraçados até certo ponto, mas isso não fez com que a evolução dos navios ficasse estagnada. Durante a Segunda Guerra Mundial, as potências envolvidas mostraram encouraçados desenvolvidos e com grande poder de destruição.

Com o passar do tempo e o desenvolvimento e novas armas e estratégias de guerra, o poder dos couraçados começa a ser questionado. Eles começam a ser facilmente abatidos por torpedos e minas marítimas, assim como a mísseis e aeronaves. Foram, aos poucos, sendo substituídos pelos porta-aviões, que se tornaram os principais navios de linha na 2ªGM.

Abaixo algumas fotos para vocês verem o tamanho destes monstros:
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Porta-aviões Taiho da Marinha imperial Japonesa



IJN taiho-Imagem feita por um tripulante de bombardeiro naval japonês 

Taiho em sua primeira viagem de teste
Provavelmente o melhor porta-aviões japonês da II guerra mundial, o Taiho é o resultado de a espionagem japonesa ter recebido informações sobre os novos porta-aviões britânicos da Classe Illustrious
Esses porta-aviões apresentavam uma característica distintiva relativamente a todos os outros navios do tipo, possuiam uma coberta blindada.

Os japoneses começaram por isso a estudar um novo tipo de porta-aviões blindado. A construção do Taiho foi autorizada em 1939 e o navio foi lançado em 1941, ainda antes do inicio da guerra com os Estados Unidos.
Já depois do inicio do conflito, a debilidade dos porta-aviões japoneses ficou clara quando em 1942 o Japão perdeu em algumas horas quatro porta-aviões
Baseado nos porta-aviões da classe Shokaku, os Taiho tinham uma blindagem de 76mm na coberta superior e poderiam resistir com mais facilidade a bombardeamentos. A somar a essa proteção havia um segundo hangar que tinha uma proteção de 35mm de blindagem.
Na linha de água o navio tinha uma blindagem protetora de 150mm.
No entanto, por causa do centro de gravidade ficar mais alto e para que não ficasse comprometida a estabilidade do navio foi construido menos um decks acima da linha de água que no Shokaku, e esse deck que teve que passar para baixo da linha de água.

Características do navio 

O Taiho foi o primeiro porta-aviões japonês a contar com radar de aviso de aproximação de aeronaves.
Até 84 aeronaves podiam ser transportadas, embora a falta de aviões levasse a que o navio nunca tivesse o seu complemento de aeronaves completo.

Por essa razão ele foi o mais poderoso porta-aviões japonês da II guerra, ainda que tivesse um deslocamento muito inferior ao porta-aviões-couraçado Shinano, um derivado do super couraçado Yamato que podia operar 35 aviões.

A derrota japonesa em Midway, levou a que fossem encomendados de imediato mais duas unidades ligeramente maiores e nesse mesmo ano foi aprovado um programa de emergência para a construção de mais cinco navios do tipo.
Nenhum desses sete navios encomendados chegou sequer a ver a sua construção iniciada.

O Taiho entrou ao serviço em 7 de Março de 1944.
Três meses depois, estavam operacionais 42 aviões a bordo, como navio almirante, transportando o vice-almirante Ozawa a bordo.

O navio foi atingido por um torpedo de um submarino americano durante a batalha do mar das Filipinas em 19 de Junho de 1944 entre as 07:45 e as 08:00 da manhã.
O torpedo atingiu o deposito de combustível para aviação, ao mesmo tempo que um dos dois elevadores ficava encravado.
No entanto o navio continuou a navegar, utilizando o outro elevador para continuar as operações de lançamento de aviões.

A tripulação não tinha muita experiência na reparação dos danos e embora tivesse sido detetado que o combustível derramado estava a evaporar não foram tomadas precauções para evitar maiores problemas.

Imagem modelada em computadores do IJN Taiho em 1944 na batalha do Golfo de Leyte

Foi acionado o sistema de ventilação, mas aparentemente isto não teve grandes resultados, pois o vapor continuava a espalhar-se pelo navio.

Numa tentativa para tentar ventilar o navio, foi ordenado que fossem abertas todas as condutas de ventilação e portas.
O resultado foi que áreas que ainda não tinham sido afetadas pelos gases passaram a ficar contaminadas e aumentou a probabilidade de ignição.

O inevitável acabou por ocorrer por volta das 14:30, mais de seis horas depois de o navio ser atingido pelo submarino americano. O navio explodiu violentamente, tendo o deck saltado e os bordos do navio rebentado.
O Taiho começou a afundar imediatamente, mas o navio só se afundou totalmente duas horas depois, às 16:28, após uma segunda grande explosão. Morreram 1650 dos 2150 homens que se encontravam a bordo.
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Comecei agora, qual classe eu jogo?

Boa Noite Almirantes o7.

World of Warships é um jogo relativamente novo de uma empresa que já tem experiência em jogos de guerra, ainda com alguns defeitos com relação aos jogadores novos,principalmente brasileiros, mas isto já se percebe que está mudando com a introdução dos menus e opções em português e agora a introdução das vozes dos capitães em português.

Nesse post quero deixar a relação dos novatos com o jogo ainda melhor, irei dar uma introdução sobre os aspectos de cada classe, como função geral dentro do jogo, importância de cada classe na realização de suas tarefas, devo ressaltar que não entrarei na questão de nações de cada uma das classes, pois isto será um assunto para outros posts.

Algumas das questões que os marinheiros mais se fazem quando acabaram de criar suas contas são "Qual a melhor classe?" "Qual a melhor nação?" "Qual linha devo seguir".
A primeira coisa que o jogador novo deve saber ao começar a jogar WOWs é de que não existe melhor classe/nação, todos os navios, independentemente da classe, tier e nação, possuem pontos fortes e pontos fracos e outro aspecto importante na força do navio é a sinergia entre o jogador e seu navio, ou seja, qual o navio você é melhor de jogar. Espero que neste tutorial que será sucedido por diversos outros, ajude você novato a escolher a classe que mais combine com você!

Cruzadores(CL/CA)

Simbologia do cruzador


Irei começar a explicar sobre as classes com a que todos começam, os cruzadores que podem ser denominados CL que provém de Light Cruiser ou cruzador leve, mas também pode ser CA que provém de Armored Cruiser ou cruzador blindado/pesado. Cruzador em minha opinião é a classe mais difícil de se entender a jogar isso porque ela não tem uma função fixa, em poucos termos, um cruzador tem de ser o que o time necessita que ele seja, irei chegar mais afundo nessa questão em breve. Os cruzadores em questão de status, eles estão basicamente no meio na maior parte, tendo uma blindagem,armamento principal, AA, torpedos e mobilidade  relativamente bons deixando a classe um "faz-de-tudo", e é nessa questão que eu queria chegar, como eu falei no inicio do tópico em minha opinião os cruzadores são a classe mais difícil de se entender a jogar porque ela simplesmente tem o potencial de desempenhar qualquer papel no jogo, e isso requer uma alta compreensão das mecânicas do jogo e da situação em que você, seu time e o time inimigo estão. As funções de um cruzador podem ser:

- Suporte de fogo: em determinadas ocasiões o jogo exige que o jogador dê suporte aos encouraçados aliados, principalmente contra outros encouraçados, isto porque um cruzador tem um baixo tempo de recarga e uma boa chance de causar incêndio que é um dos maiores inimigos dos encouraçados.

- Proteção e zoneamento: Em alguns casos você se depara com a linha traseira de seu time em perigo, ou seja, geralmente o que acontece é um contra torpedeiro inimigo furar o flanco aliado expondo os encouraçados e porta-aviões ao perigo. Sua função neste caso é procurar esta ameaça e destruí-la, mas as vezes isso não é possível sem a ajuda do reconhecimento do porta aviões, então sua função neste caso é impedir o avanço desta ameaça e impedir que ele continue servindo de reconhecimento ou de até destruir seu time, chamamos isso de "zoneamento".

- Cobertura anti-aérea: Este é o caso onde o porta-aviões inimigo está ameaçando um alvo próximo de você que não possua uma boa mobilidade, ou seja, encouraçados e porta-aviões, neste caso sua função é chegar próximo do aliado afim de sua bateria AA "cobrir" seu aliado, um detalhe importante a ser destacado é de que o cruzador não necessita ter um bom status de AA para dar um bom cover, isto porque a partir dos tier 6 todos os cruzadores possuem o consumível "Fogo Defensivo AA" o qual diminui a precisão dos ataques aéreos inimigos além de aumentar o dano da bateria anti-aérea, e isso na maioria das vezes é o necessário para salvar seus aliados de uma morte certa.

- Reconhecimento e captura: nem todo jogo é perfeito vão existir situações onde seu time falha em algum aspecto importante e sua função como cruzador é cobrir esta ausência o mais cedo possível e o melhor possível, nesta situação é qual os contra torpedeiros aliados falharam ao realizar a captura de pontos estratégicos ou no reconhecimento da frota inimiga, então sua função é realizar este serviço de forma segura, ou seja, nos pontos com menor chance de ser achado e destruído já que os cruzadores não possuem uma ocultação excelente e estão sempre sujeitos a serem destruídos imediatamente. Lembrando que estas situações podem ser mais difíceis de ser realizada com determinadas nações então o bom senso tem de ser utilizado a todo tempo.

Contra-Torpedeiros(DD)

Simbologia Contra Torpedeiro

A próxima classe que o jogador tem acesso são os contra torpedeiros ou DDs,que em minha opinião é a mais decisiva nos jogos, a partir de agora os navios tem objetivos bem específicos e claros, e eles de destacam na sua grande manobrabilidade, ocultamento e torpedos, em contra partida são navios com a blindagem fraca e com pouca sobrevivência. O contra torpedeiro ele tem 4 objetivos no jogo que estão em ordem de importância.

1. Captura. Quando se está em jogos de dominação o time que alcançar 1000 pontos primeiro vence ou que atingir 0 pontos perde. Apenas destruir navios não vai levar seu time a vitória então o objetivo principal de um DD em um jogo de dominação é a captura de pontos que irão somar pontos a cada 5 segundos. A captura de pontos é de extrema importância para seu time pois além de encurtar o caminho para a vitória ela aumenta a moral do seu time e diminui do time inimigo, por este motivo a mente de um jogador de DD deve estar sempre fria e calculista para saber o melhor momento para realizar a captura e não ser emboscado pelos DDs inimigos.
2. Reconhecimento. Atirar as vezes não é a melhor opção, em algumas situações o conhecimento é o poder, se manter oculto e utilizar seu campo de visão para encontrar inimigos para o seu time pode ser mais vantajoso do que destruir o inimigo próximo e revelar sua localização, essa situação fica ainda mais crítica quando o jogador está desprovido de suporte e pode estar entrando em uma emboscada inimiga.
3. Destruir outros Contra-Torpedeiros. Em algumas situações, principalmente quando você vê que está contra um inimigo persistente e você não está conseguindo acompanhar, pode ser que seja necessário que você precise esquecer de capturar e ir atrás do inimigo, em minha opinião é a tarefa mais difícil de um DD pois ela está muito propensa a resultar em sua morte, isto porque muitos obstáculos podem aparecer, então a frieza do jogador na decisão de bater em retirada ou confiar seu em seu time e tentar um último recurso que poderá acabar na destruição de ambos, é essencial e ter em mente de que estas decisões podem mudar o curso de um jogo.


Encouraçados(BB)

Simbologia Encouraçado


Vou falar agora da classe que em minha opinião é a mais fácil de ser jogada e de ser entendida. Os encouraçado se destacam pelo seu grande tamanho, espessura de armadura e bateria principal. Seu objetivo como encouraçado é simples, destruir os inimigos, por este motivo, a necessidade do jogador acertar e causar dano a cada salvo é aumentado exponencialmente. Um encouraçado pode jogar de duas maneiras. A primeira é nas linhas traseiras utilizando seus canhões para "snipar" seus inimigos de forma segura, o ponto positivo deste estilo de jogo é de que seus custos de reparo serão reduzidos devido você estar fora do alcance dos cruzadores e contra torpedeiros inimigos, o ponto negativo é de que geralmente a dispersão dos tiros dos encouraçados a longas distâncias é grande então não espere que seus tiros deem muito dano em encouraçados inimigos ou que você acerte muitos tiros de sua salva. O outro estilo de jogo que pode ser feito com os encouraçados é o estilo tanker, ou seja, você avança para as linhas de frente para destruir seus alvos mais facilmente, o ponto positivo deste estilo de jogo é a maior facilidade de acertar uma grande parte de sua salva e causar ataques devastadores em seus inimigos, o problema que vai exigir uma maior experiência do jogador é de que um encouraçado nas linhas de frente atrai muita atenção e ele se tornará um alvo fácil devido a ausência de mobilidade desta classe.

Porta Aviões(CV)

Simbologia Porta Avões
Por último explicarei sobre a classe que em minha opinião é a mais difícil de jogar, mas em contra partida ela possui objetivos bem claros durante o jogo. Uma detalhe que o jogador novo tem de se acostumar ao jogar de CV é que como a classe difere muito nas mecânicas e estilo de jogo das outras classes, há uma imensa dificuldade da wargaming realizar o balanceamento entre as classes, então se um dia você se sentir injustiçado com relação o balanço entre as classes, pode ficar tranquilo que é um sentimento público.
1. Reconhecimento. Partidas com CV's possuem um grande diferencial em relação as partidas sem, a detectabilidade aérea, como os aviões são extremamente ágeis a utilização dos aviões para detectar os inimigos e revelar a estratégia inimiga é essencial, então sempre que seus caças estiverem livres e seus torpedeiros e bombardeiros em recarga faça o reconhecimento do mapa principalmente em busca de DDs.

2. Destruição de DDs. Em minha opinião essa é a tarefa mais difícil e necessária de um bom CV, como falei anteriormente contra torpedeiros tem o poder de mudar um jogo, então eliminar esta ameaça será sua maior tarefa, como contra torpedeiros são extremamente manobráveis será muito difícil matá-los em um salvo de ataques de seus aviões.

3. Destruição de BBs. Essa é a tarefa mais fácil de um CV, quando avistado um encouraçado inimigo sem cobertura anti aérea, se seu time está com um jogo onde os contra torpedeiros aliados estão dominando os inimigos, você está livre para destruir alvos fáceis como encouraçados que possuem uma manobrabilidade reduzida e um tamanho maio em relação aos outros navios, uma dica na hora de realizar um ataque com seus aviões sempre faça o ataque em rodadas, ou seja, primeiro os torpedeiros, se caso inflija inundação no mesmo espere o inimigo usar e equipe de controle de danos e após alguns segundo(10s para japoneses, 15s para alemães e 20s para americanos) para então realizar o ataque com seus bombardeiros assim além do dano das bombas haverá o dano do fogo que na maioria das vezes causa, caso os torpedeiros não causem inundação, faça duas rodadas de bombardeiros com o mesmo objetivo.

4. Destruição de CV. Esta é a tarefa que você vai realizar quando está numa situação onde você não possui supremacia aérea, ou seja, o caças inimigos estão inutilizando seus aviões de ataque e você não está conseguindo proteger seus aviões, nesta situação uma boa ideia é tentar um ataque direto no CV inimigo liberando assim a janela para seus ataques, nota que isto fica mais difícil nos tiers VIII a X devido a presença do consumível de fogo defensivo nos CVs.

5. Proteção. Se você tem a supremacia aérea, ou seja, seus caças estão em vantagem então é seu dever como CV impedir que os aviões inimigos causem muito estrago então sempre que possível use seus caças para destruir aviões de ataque inimigo, um detalhe importante é de que as vezes seus aviões de ataque sejam mais importantes que um navio aliado, então vão existir situações em que é mais importante utilizar os caças para proteger seus aviões do inimigo.

Bom por fim, gostaria de lembrar que isto é um ponto de vista e se você desejar não precisa seguir tudo que falei aqui, meu objetivo neste post é melhorar o entendimento dos novatos do jogo com relação suas classes.

I wish fair seas to all.

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01 outubro, 2016

HMS Hermes,O "primeiro" porta-aviões do mundo


HMS Hermes foi o primeiro navio do mundo a ser concebido e construído dedicadamente a Porta-Aviões,embora o Hosho japonês foi o primeiro no mundo a ser encomendado em serviço. Devido à inexperiência com as transportadoras,já que era extremamente novo essa classe de navios na época de sua construção, Hermes sofria de alguns problemas, tais como um pequeno hangar (capacidade de apenas 20 aeronaves) e instabilidade em alto mar causados ​​pela grande ponte de comando de estibordo. No final de 1934,Ela recebeu uma catapulta e um segundo elevador,o que reduziu ainda mais seu complemento de aeronaves para apenas 15.

Hermes entrou em serviço em 1924, sua primeira tarefa foi realizar exercícios com biplanos de reconhecimento Fairey IIID no Firth of Forth, na Escócia,Em novembro de 1924, ela foi transferida da Frota do Atlântico à frota do Mediterrâneo, e ela permaneceria com a frota mediterrânica até maio de 1925. Em agosto de 1925,ela chegou a Hong Kong e se juntou à Estação China e permaneceu no Extremo Oriente por muitos anos,normalmente passava verões em Weihai, um território arrendado, na província de Shandong, China e invernos em Hong Kong. Ela visitou as Índias Orientais Holandesas no início de 1937, antes de voltar ao Reino Unido em maio. Posteriormente,ela se tornou um navio de treinamento em 1938.foi dada uma breve modernização no início de agosto de 1939. Por esta altura alguns planos de modernização foram feitos,estes eram:

armamento anti-aéreo e seu deposito de combustível, mas nenhum foi realmente implementado.

Quando a 2GM começou,Hermes era uma parte da frota "Home" e, junto com HMS Courageous, operado fora das abordagens do sudoeste para procurar e atacar submarinos alemães, incursores de superfície e  bloqueio. Seu complemento na época incluía 12 bombardeiros do torpedo do espadarte do 814 Naval Air Squadron. Ela foi transferida para o Atlântico Sul em outubro de 1939, onde ela iria trabalhar com a frota francesa em Dakar, África Ocidental Francesa até que a França se rendeu e o governo de Vichy-Francês chegou ao poder. Hermes, em seguida, lançou ataques contra navios


franceses, incluindo o lançamento de torpedeiros espadarte contra o navio de guerra francês Richelieu em 8 Jul 1940. Durante esse engajamento, um dos torpedos que sua aeronave lançou marcou um hit no encouraçado. Em julho 1940,colidiu-se com o navio mercante Corfu, e foi enviado para a cidade de Simon, África do Sul para reparos. Após a conclusão dos reparos,foi transferida para o Ceilão. lançou patrulhas no Oceano Índico contra os navios alemães e italianos e apoiando as ações britânicas e da Commonwealth na África Oriental Italiana e no Iraque. Após um período de remontagem na África do Sul,foi atribuída ao britânico Oriente Fleet, que tinha perdido recentemente battlecruiser HMS Repulse e navio de guerra HMS Prince of Wales para poder aéreo japonês.
09 de abril de 1942, a frota operadora japonesa de Chuichi Nagumo se aproximou de Ceilão para Trincomalee, onde Hermes estava passando por reparos. Tendo alerta avançado recebido,o porta aviões britânico partiu do porto sem qualquer aeronave a bordo, evitando o ataque japonês. Ela foi, no entanto descoberto por um avião de reconhecimento japonês do navio de guerra Haruna ao sudeste de Batticaloa, Ceilão. Hermes e sua escolta tentaram voltar para Trincomalee, onde caças poderiam ser "modificados" para protegê-la, mas não adiantou muito. Ela foi atacada por uma onda de 85 D3A bombardeiros de mergulho japonês escoltados por caças 9 A6M Zero. Pelo menos 32 dos bombardeiros de mergulho atacaram, atingindo-40 vezes.afundou, matando 307, incluindo o capitão Richard F. J.


Ceilão,na índia britânica
    Sua escolta,o destróier australiano HMAS Vampire (estranhei o nome como você),também foi afundado.Os japoneses perderam quatro D3A de mergulho no ataque. 12 caças britânicos Fulmar II da esquadra 273 RAF, 803 Naval Air Squadron, e 806 Naval Air Squadron chegou somente após o naufrágio dois deles foram derrubados pelos japoneses. A maioria dos 590 sobreviventes foram apanhados por navio-hospital HMS Vita e entregue a Colombo, Ceilão.
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30 setembro, 2016

A maior batalha naval da 2GM,Batalha do Golfo de Leyte

    A Batalha do Golfo de Leyte foi a maior batalha naval da história contemporânea, ocorrida entre 23 a 26 de outubro de 1944, nas águas em torno da ilha de Leyte, nas Filipinas. A guerra foi entre o Japão e os Aliados, durante a II Guerra Mundial.

    Esta batalha na verdade foi uma campanha naval dividida em quatro batalhas correlatas: batalha do golfo de Leyte, batalha do estreito de Surigao, a batalha de Samar e a batalha de Cabo Engano.

    Os Aliados invadiram a ilha de Leyte para cortar a ligação e a linhas de suprimento entre o Japão e o resto de suas colônias do Sudeste Asiático, principalmente o fornecimento de petróleo para a marinha imperial japonesa. Os japoneses então reuniram todas as suas principais forças navais ainda em operação na guerra para reprimir o desembarque das tropas aliadas, mas falharam em seu objetivo, sendo derrotados e sofrendo pesadas baixas.

    A batalha foi o último grande confronto naval da II Guerra Mundial, porque após sua derrota a Marinha Imperial Japonesa não teve mais condições de colocar em combate uma força naval significativa, e sem combustível para seus navios restantes aguardou pelo fim da guerra ancorada em suas águas territoriais. Foi em Leyte que aconteceram, pela primeira vez na guerra, os ataques suicidas dos aviões kamikazes japoneses contra a frota norte-americana no teatro da Guerra do Pacífico.

O DESEMBARQUE

    A parte terrestre desta complexa batalha começou às 10:00hrs da manhã de 20 de outubro, com o início do desembarque nas praias do lado ocidental da ilha de Leyte, área conhecida como golfo de Leyte.


    O desembarque é levado a cabo por forças do 6º. exército norte americano, divididas em dois grupos, cada um deles com duas divisões.

    Ao norte, a 1ª divisão  de cavalaria corta a comunicação entre a ilha de Leyte e a ilha de Samar. A evolução da 1ª divisão será coordenada com a evolução da 24ª. divisão, que juntas vão envolver a principal força japonesa na ilha, constituída pelo grosso da 16ª divisão de infantaria japonesa.

    Ao sul, as 96ª. e 7ª. divisões, vão enfrentar efetivos menores, ainda que a oposição japonesa tenha sido como habitual, ou seja, extremamente feroz.

VANTAGEM DA SURPRESA

   A principal vantagem das forças norte-americanas nesta operação foi a surpresa. As forças japonesas tinham desenhado um plano complexo que incluía a utilização maciça de forças navais, mas ao fim da tarde do dia 20 de outubro, a maior parte das forças das quatro divisões americanas estavam já solidamente implantadas em território filipino.

    A primeira fase do que viria a ser conhecido como "Batalha do Golfo de Leyte" tinha terminado. A marinha japonesa porém, continuaria a desenvolver o seu plano, tentando atacar os pontos de abastecimento das forças norte-americanas que tinham acabado de desembarcar e, que dependiam em absoluto dos mantimentos e do apoio logístico das centenas de navios que se encontravam junto à costa.

    Embora em 20 de outubro a operação tivesse tido um enorme sucesso, nos dias seguintes tudo poderia ainda ser posto à prova e com chances ainda de se transformar numa enorme tragédia para o lado norte-americano.

FORÇAS JAPONESAS

    Sabendo que não possuíam forças terrestres capazes de enfrentar os norte-americanos, a táctica japonesa centrava-se na tentativa de destruir a força de desembarque norte-americana quando esta estivesse na sua fase mais crítica, atacando os navios de transporte.

    Os meios navais japoneses deveriam aproximar-se da ilha de Leyte, com navios vindos de norte e de sul e deveriam entrar em combate com a 7ª. esquadra americana, que era a menos poderosa. Depois de destruída a 7ª. esquadra, os canhões dos couraçados japoneses destruiriam os navios de desembarque e atacariam as tropas americanas que já tivessem desembarcado.

   Como os porta-aviões eram considerados de suma importância, uma força de porta-aviões japoneses tentaria atrair a mais poderosa e moderna 3ª. esquadra americana para norte, que resultaria na batalha de Cape Engano. Esta força dispunha de porta-aviões, mas tinha pouquíssimos aviões. O Japão tinha sofrido uma derrota esmagadora quatro meses antes na batalha das Marianas (conhecida como tiro aos patos das Marianas ou Mariana’s Turkey shoot no original), onde tinha perdido grande parte da sua aviação.

    Não contando com a sua debilidade aeronaval, as forças da marinha imperial do Japão no final de 1944 (mesmo após três anos de guerra), continuam a dispor de um poder enorme. O Japão ainda conta com sete encouraçados, onze porta-aviões, treze cruzadores pesados e sete cruzadores leves. Onde notava-se a maior discrepância eram nas unidades mais pequenas, pois a marinha japonesa contava com apenas 63 contratorpedeiros e 49 submarinos.

    Além das forças navais que foram preparadas para atacar a força norte-americana de desembarque, o Japão contava ainda com 53 bases aéreas em território filipino. No entanto, havia no máximo 100 aeronaves japonesas nos aeródromos das Filipinas. Um décimo do que os norte-americanos poderiam dispor a bordo dos seus porta-aviões.

                                                   FORÇAS NORTE-AMERICANAS

    A terceira esquadra norte-americana, dividida em quatro grupos distintos, contava com sete encouraçados, oito porta-aviões de esquadra e oito porta-aviões leves, oito cruzadores pesados e nove cruzadores leves, além de contratorpedeiros e submarinos.

    Embora no papel as forças dos dois lados possam parecer idênticas, a verdade é que os navios americanos eram modernos, com especial atenção dada para a capacidade de tiro com modernos diretores de tiro dirigidos por radar e, tinham a disposição dos mais modernos porta-aviões da classe Essex. Além da moderna 3ª. esquadra, (ou Esquadra do Pacífico) os norte-americanos tinham uma esquadra adicional, a 7ª. esquadra, sob o comando do almirante Kinkaid e dependente do exército, que possuía seis encouraçados mais antigos, mas modernizados e que deveriam apoiar o desembarque das forças militares.

   Esta força secundária, tinha encouraçados equipados com cargas de altos explosivos, pois a sua principal função era a de bombardear posições em terra e não o combate naval. A 7ª. Esquadra vai no entanto entrar em combate naval direto com uma força japonesa na noite de 24 para 25 de outubro.

    A batalha na sua totalidade, só estaria realmente terminada a 26 de outubro, quando finalmente as forças japonesas reconhecem ter sido incapazes de evitar o desembarque, retirando-se depois de sofrer muitas baixas.

BATALHAS

     A principal força japonesa, comandada por Kurita, dirigiu-se ao estreito de San Bernardino e as secundárias, comandadas pelos vice-almirantes Shoji Nishimura e Kiyohide Shima, ao estreito de Surigao a fim de convergir ambas sobre as cabeças de praia norte-americanas no golfo de Leyte.

   O almirante William Halsey mordeu a isca e seguiu Ozawa que atraiu à sua quase desarmada esquadra ao mais poderoso agrupamento naval da terra, enquanto a 7ª. Frota do almirante Thomas Kincaid ficava sob o risco de ser envolvida, como de fato ocorreu.

   Entre os dias 23 e 26 de outubro travou-se em três cenários distintos o que em seguida se denominaria a Batalha de Leyte, em que a superioridade de fogo da Marinha dos Estados Unidos, apesar dos erros de seus comandantes, se impôs aos japoneses, que dispunham de armamento mais obsoleto.

    Nos prolegômenos da batalha, madrugada de 23 de outubro, as coisas começaram a andar mal para os japoneses. A esquadra de Kurita, que avançava paralelo à costa de Palawan, foi descoberta e seguida por dois submarinos norte-americanos, que deram o alerta a Halsey e, de passagem, lançaram com sucesso seus torpedos, afundando dois cruzadores pesados.

Destroyer japônes afundado na btalha
    Durante o dia 24, a esquadra de Ozawa multiplicou seus esforços para atrair Halsey, enviando repetidas ondas de aviões contra sua frota, que também foi atacada por aviões com base em terra. Nesse dia, os norte-americanos perderam seu porta-aviões Princeton, porém os aviões de Halsey, que não encontraram Ozawa, descobriram a esquadra de Kurita.

    O encouraçado Musashi, de 70 mil toneladas, sofreu meia dúzia de ataques aéreos. Atingido por 16 bombas de 500 a 1.000 quilos e por 21 torpedos, após oito horas de combate e agonia afundou ao entardecer, levando ao abismo 1.023 marinheiros.

    Kurita deu meia volta a fim de escapar dos aviões, porém ao terminar a luz do dia 24 deu proa ao estreito de San Bernardino. Os aviadores de Halsey acreditaram ter afundado todos os encouraçados de Kurita, pois cada uma das formações que atingiu o Musashi proclamou seu afundamento. Diante disso, Halsey, que já havia detectado a Ozawa, marchou contra ele, desprezando a ameaça de Kurita, a quem supunha em retirada.

    Simultaneamente, Nishimura, sem acreditar no triunfo, lançou-se a uma carga suicida no estreito de Surigao. Na saída o esperavam os velhos e potentes encouraçados do almirante Jesse Oldendorf, enquadrados então na frota de Kincaid. Não houve possibilidade alguma, atacado nas estreitas paragens por lanchas torpedeiras e contratorpedeiros que lhe provocaram muitos danos, a saída do estreito Oldendorf lhe disparou mais de 4.500 granadas de calibre alto, valendo-se da guia do radar, já bastante precisa naquele momento, enquanto Nishimura respondia às cegas, guiando-se somente pelos resplendores distantes dos canhões inimigos.

    Desnorteados, ensurdecidos e abatidos pela tempestade da artilharia, os japoneses continuaram disparando e avançando até que seus encouraçados Yamashiro e Fuso, um cruzador e quatro destróieres foram afundados. A pequena formação que lhe seguia a distância, enviada por Shima, recolheu os náufragos que encontrou em sua passagem e se retirou, sofrendo ainda algumas baixas no dia 25 sob os ataques dos aviões de Kincaid.

Zuikako sob fogo aéreo 

    Enquanto os sete navios de Nishimura afundavam destroçados, levando na carcaça em chamas mais de cinco mil vidas japonesas, com seu vice-almirante à frente, Halsey acelerava sua perseguição contra Ozawa que se afastava em direção ao norte. Ao amanhecer do dia 25 os norte-americanos lançaram seus aviões contra a quase indefesa frota nipônica e em seis ondas consecutivas com um total de 557 decolagens conseguiu afundar quatro porta-aviões, um cruzador e dois contratorpedeiros.




    Todavia, Halsey não pôde saborear o gosto da vitória, porque poucos minutos depois de ter iniciado seu ataque recebia desesperadas chamadas de ajuda de Kincaid: Kurita atacava.

     O almirante japonês, com dois encouraçados (entre eles o Yamato), dois cruzadores de batalha, oito cruzadores pesados e 15 contratorpedeiros, amanheceram a 30 quilômetros de 16 porta-aviões de escolta, protegidos por 15 contratorpedeiros, pertencentes à 7ª. Frota norte-americana.

    Era como um sonho maravilhoso para Kurita e como um pesadelo para o comandante daquela agrupação, contra-almirante Clifton Sprague, que se via sentenciado à mais completa destruição. No entanto, no combate que em seguida se desenrolou, qualificado pelo almirante Chester Minitz como “as duas horas mais gloriosas da Marinha dos Estados Unidos”, as perdas japonesas quase se igualaram às norte-americanas, que perderam um porta-aviões e três contratorpedeiros que sofreram graves avarias em dois porta-aviões e mais outros quatro contratorpedeiros.

     Depois de ter perdido três cruzadores, Kurita tocou retirada às 09:25hrs, quando Sprage estava já a sua mercê. Esta fase da batalha mostrou quão antiquada era a frota japonesa: seus imensos canhões resultaram ineficazes contra um inimigo que se protegia por detrás das cortinas de fumaça e que lançava cargas após cargas de torpedos e uma chuva de projéteis ligeiros, porém eficazes.

Essa potência foi o que fez Kurita se retirar, sem radares poderosos e precisos não podia saber onde se localizava o restante da esquadra norte-americana. Essa série de choques isolados, denominados Batalha de Leyte, constituiu a maior contenda naval de todos os tempos. Haviam se enfrentado 282 barcos de guerra, com um deslocamento total de mais de dois milhões de toneladas – na Batalha da Jutlândia, na Primeira Guerra Mundial, as frotas somavam 1,6 milhão de toneladas – e mais de dois mil aviões.

    Nesta batalha, parte das perdas sofridas pelos norte-americanos foi ocasionada por um novo fator introduzido na guerra: os pilotos suicidas, os “kamikazes” (Vento Divino), que embora tivessem tido alguma atuação isolada anterior, apareciam agora como força organizada. Em 25 de outubro lançaram quatro ataques com cinco aviões cada um. Onze pilotos suicidas foram derrubados sem que provocassem danos, porém os nove restantes, com maior ou menor acerto, atingiram sete porta-aviões de escolta norte-americanos. Um foi a pique e os demais sofreram danos de distinta gravidade. Onze aviões foram destruídos a bordo dos navios, que tiveram cerca de 600 baixas, mais da metade mortos. Apesar de tudo, tampouco a ação dos “kamikazes” teve o condão de mudar o curso da guerra.

    No total, o Japão perdeu 45% de sua frota, ou seja, 305.710 toneladas no transcurso da batalha. Os Estados Unidos, por seu lado, perderam 3%, ou seja, 37.300 toneladas. Contudo, não se tratou de uma vitória ou derrota total, já que os erros de dois comandantes fizeram com que, malgrado a superioridade estadunidense, uma parte da frota nipônica conseguisse chegar bem ao porto.

Soldados norte-americanos desembarcando nas filipinas após a batalha do golfo de leyte
    Após a conquista das Filipinas as forças norte-americanas isolaram os japoneses que ainda estavam na maior parte da Indonésia - cerca de um milhão de soldados - das forças nipônicas localizadas na Manchúria e no Japão.


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Tutorial - Treinamento Básico do WOWS



Saudações Capitães




Trago a vocês um Tutorial do Deimos Rabugento, ensinando e dando dicas básicas do jogo.





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28 setembro, 2016

CONCURSO PARA BRASILEIROS - DANO - 29/09 - 03/10


    Concurso exclusivo para brasileiros

    Você terá que escolher um dos Cruzadores para participar: Cruzador Admiral Hipper Tier VIII ou New Orleans Tier VIII
   
Iremos avaliar o MAIOR DANO DADO em uma única batalha

    Você pode participar das duas competições (usar ambos os cruzadores) - fique a vontade <3
Nós iremos coletar todos os dados. Não há necessidade de postar screenshots por aqui =)
Participação exclusiva brasileira


Premiação:

1º - 2º: 3000 dobrões, 14 dias premium, 1 vaga no porto, e 25 de cada bandeira
3º - 5º: 1500 dobrões, 7 dias premium, 1 vaga no porto, e 15 de cada bandeira
6º - 15º: 750 dobrões, 7 dias premium, 10 de cada bandeira

    E para a competição adicional, vocês podem ADVINHAR essa :)

    Os dois jogadores (atenção que são só dois) que tiverem o palpite mais próximo da primeira colocação irão receber 500 dobrões, 3 dias de premium e 5 de cada bandeira.

- Uma participação por pessoa!
- Não vale editar postagem :x

(Favor colocar em sua postagem o palpite sobre os dois navios ex: New Orlean - X / Admiral Hipper - Y )

(Iremos avaliar data e hora de postagem em caso de palpites iguais)

Os palpites só poderão serem postados até às 22:00 BRT do dia 29/10!!!!

    Boa sorte à todos!


Fonte: Fórum NA - BR

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BATALHAS CLASSIFICATÓRIAS - 5ª. TEMPORADA

 
    Capitães, foi anunciando hoje no fórum as diretrizes de como funcionará a 5ª. temporada das Batalhas Classificatórias, que estarão disponíveis a partir de 1º. de outubro, às 13:00hrs, horário oficial de Brasília e terminarão, dia 14 de Novembro. Fique por dentro com este breve resumo.

    Batalhas Classificatórias sempre trazem muita disputa e estratégia, e agora, neste mês, mais uma edição dessas batalhas que dão muita ajuda aos players do game. São oferecidos, de acordo com os níveis alcançados diversos prêmios, por exemplo, bandeiras, camuflagens, créditos, sinais e até dobrões.
   


    Nesta 5ª. edição não será diferente, entretanto, dessa vez os tiers serão únicos, tiers 6 ou 8, dependendo da sua posição.

    Um ótimos aviso aos que chegaram em primeiro lugar nas duas últimas edições das Batalhas Classificatórias, se chegar em 1º. nesta você receberá um navio premium, FLINT VII, como recompensa.




    Aos jovens capitães que estão passando por sua primeira Batalha Classificatória saiba que da 23º-16º posição você poderá perder estrelas e regredir as posições de acordo com as derrotas, apenas ao chegar a 15ª. posição que ficará irrevogável, ou seja, você não perde a posição, mesmo perdendo todas as estrelas. E para não ficar injusto, aquele player que terminar em 1º. lugar do time perdedor não será penalizado com a perda de sua estrela, deixando o jogo mais justo aos que fazem muito e não tem a vitória como resultado final.



LIGAS, POSIÇÕES E "TIERS" PERMITIDOS

  • 4ª Liga: Posições 23 - 16, apenas ''tiers'' 6;
  • 3ª. Liga: Posições 15 -11, apenas ''tiers'' 8;
  • 2ª. Liga: Posições 10 - 6, apenas ''tiers'' 8;
  • 1ª Liga: Posições 5 - 1, apenas ''tiers'' 8.



   Uma ótima novidade, as bandeiras recebidas pelas 15ª., 10ª. e 5ª. posições não serão apenas decorativas, mas darão descontos de -5%, -10% e -20% no reparo dos navios, fique à vontade para usá-las, lembrando que elas permanecem apenas durante o período da 5ª. temporada das Batalhas Classificatórias, quando terminar elas saem de cena.
    Apenas o player que atingir o 1º. lugar permanecerá com bandeira após o término das batalhas classificatórias, a famosa, bandeira pirata.



    Para o player que alcançou o 1º. na última edição e nesta agora, você tem direito a mais uma bandeira pirata. Se atingiu pela terceira vez o primeiro lugar seguido, sua recompensa será o navio premium USS FLINT VII, já mencionado anteriormente. Aquele que atingir 1º. lugar pela quarta vez, receberá a bandeira pirata "Jolly Roger III".





      Ressalva aos que atingirem o 1º. lugar nas Batalhas Classificatórias, você poderá jogar na SUPER LIGA, ou LIGA "0", com navios tiers 10, isso mesmo, navios tiers 10. Fique por dentro das novidades e bons jogos durante esta 5º. edição das Batalhas Classificatórias.



Fontes: Site WOWS NA , Fórum NA



Horário convertido em PT para o GMT - 3, para acesso ao site de conversão clique aqui.


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